O apóstolo Paulo escreveu com forte convicção sobre a provisão da salvação feita por Deus mediante Jesus Cristo.

Declarou que, se alguém declarasse aos gálatas alguma coisa além do que haviam aprendido, algo que realmente fosse um ensino diferente, ‘fosse amaldiçoado’.

Daí, apontando para a fonte do Evangelho que declarava, Paulo disse:

“Nem as recebi dum homem, nem me foram ensinadas, exceto por intermédio duma revelação de Jesus Cristo.” (Gl.1:8, 11, 12)

Esta forte declaração era necessária porque mesmo então havia alguns que tentavam derrubar a verdadeira fé por pregarem “evangelho diferente“. (2Co. 11:4; Gl.1:6, 7)

Paulo advertiu sobre o surgimento duma apostasia e declarou que “o mistério daquilo que é contra a lei” já operava então; admoestou os cristãos a se lembrarem do propósito do Evangelho, e a se manterem firmes e apegados às tradições orientadas por espírito que haviam aprendido dos apóstolos. — 2Te 2:3, 7, 14, 15.

A fidelidade em apegar-se ao Evangelho, e em continuar a proclamá-lo, era considerada por Jesus como mais importante do que a vida atual da pessoa, e Paulo reconhecia que declará-lo fielmente era vital. (Mc. 8:35; 1Co. 9:16; 2Tm. 1:8)

A pessoa poderia sofrer a perda de seus bens mais prezados, até mesmo sofrer perseguições, mas, por sua vez, receberia cem vezes mais agora, “casas, e irmãos, e irmãs, e mães, e filhos, e campos…e no mundo por vir a vida eterna”. — Mc. 10:29, 30.

O Evangelho é a pedra de toque pela qual a humanidade está sendo julgada:

A aceitação do Evangelho e a obediência a elas resultam na salvação; a rejeição e a desobediência trazem destruição. (1Pd. 4:5, 6, 17; 2Ts. 1:6-8)

Tendo especialmente este fato em mira, a motivação da pessoa em pregar o Evangelho deve ser pura, e ela deve pregá-las de coração, por amor aos que as ouvem.

Os apóstolos tinham tamanho apreço da importância vitalizadora do Evangelho, e estavam tão incentivados pelo Espírito de Deus e pelo amor, que conferiam, não só o Evangelho, mas também suas “próprias almas” aos que davam ouvidos à sua pregação. (1Ts. 2:8)

Deus providenciou que os proclamadores do Evangelho tivessem o direito de aceitar ajuda material daqueles a quem as levavam. (1Co. 9:11-14)

Mas Paulo e seus associados íntimos prezavam tanto seu privilégio de portadores do Evangelho, que evitavam cuidadosamente obter disso lucro financeiro, ou até mesmo aparentar fazê-lo em conexão com a sua pregação.

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here