paz

Você já imaginou um sinal de Deus para te mostrar a verdadeira paz.

Paulo afirmou: “O próprio Senhor da paz lhes dê a paz…”. A primeira característica da paz genuína é que ela é originada no próprio Deus, sendo um dos aspectos do fruto do Espírito. Tornar as circunstâncias pacificadas é um atributo de Deus. Na verdade, Deus vive em perfeita paz. Ele não se estressa, não sente medo, não tem dúvidas sobre quaisquer situações, não se abala diante de notícias ruins. Tudo isso porque ele é o Senhor. Ele é o dono da história, nada frustra seus planos eternos. Ele não apenas tem o controle de tudo, como escreve cada segundo de nossas existências.

Pelo fato de Deus ser onisciente e onipotente, nada pode alterar o curso de suas emoções, e nenhuma consequência do pecado humano pode modificar sua estrutura. Ele segue sendo Deus e Senhor do Universo, ainda que nós, aqui, continuemos a ver as coisas de modo diferente e nos sintamos, quase sempre, desnorteados.

Outra característica que Paulo apresenta é a de que a paz é um dom, um presente de Deus para nós. Nosso Senhor Jesus, ao anunciar aos discípulos sua ida para os céus, afirmou claramente que deixaria com eles, e com todos nós, a verdadeira paz que só ele pode dar (Jo 14.27).

A paz que o Senhor proporciona é algo extraordinário. Nenhum de nós pode promover a paz por si mesmo. Se o Senhor não derramar sobre nós sua perfeita paz, permaneceremos perdidos e desesperados no mundo. O homem ímpio é aquele cuja paz está ausente (Rm 3.17). Somente aqueles que são presenteados pelo Senhor podem desfrutar da “paz que excede todo entendimento” (Fp 4.7).

Paulo afirma que o Senhor dará de sua paz “continuamente”, o que significa dizer que ele jamais deixará de oferecer a todos quanto o buscarem a satisfação e a segurança plenas que ocupam o coração pacificado pela paz perfeita de Deus.

Mas você pode estar se perguntando: Se a paz é contínua, por que muitas vezes eu me sinto sozinho, com medo das circunstâncias, inseguro e tenso. Sua pergunta faz sentido. Isso ocorre, no entanto o problema não está em Deus, está em nós mesmos. Nós interrompemos o fluxo natural da paz originada no Senhor. Somos os principais responsáveis pelos atropelos do dia a dia e, desse modo, anulamos os momentos de paz que poderíamos usufruir no Senhor. Trazemos para dentro de nossa alma perturbações, dúvidas, sentimentos de incompetência, tudo porque nosso pecado nos afasta da fonte pacífica, que é Deus.

Todavia, podemos retornar à fonte. O caminho é reconhecer que só em Deus está a suficiência da paz (cf. Sl 42.11). A certeza inabalável de que Deus é presente em nossa vida nos dá a segurança eficaz de que sua paz nos consolará. Não importa por quais problemas passemos, importa que estejamos seguros da presença pacificadora do Senhor, Deus da paz.

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